Olhares da Poesia - Maísa Cristina Vibancos *PUPILA


Domingo , 07 de Fevereiro de 2010


rente olhar

rema

em escala cética

sem olhos vidrados.

...

rima

em universo in-verso

sem adereços certos.

...

risca

em desalinhos o medo

sem perder o receio.

...

ria

em todos os momentos

sem perder o tempo.

...

reina

em cena serena

sem cair no espaço.

...

reviva

inovando a palavra

sem renunciar ao verbo:

... 

renasça.

Escrito por Maísa às 00h04
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Sexta-feira , 15 de Janeiro de 2010


Olha!

o momento passou,

o olhar ficou

a costurar pedaços,

resgatar abraços

que a natureza

gritou.

Escrito por Maísa às 00h59
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Sexta-feira , 01 de Janeiro de 2010


ANO DOURADO 2010

Nasceu!

engatinha iluminado

vontade de novas cores,

versos, sons, enfim,

novas aprendizagens.

 

É o sabor da esperança

recomeça e acredita

na energia que brinda

o novo tempo...

 

Consolida o conquistado

e quer mais...

Tempo de novos olhares.

 

Um

ANO DOURADO 2010!

Escrito por Maísa às 01h15
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Domingo , 27 de Dezembro de 2009


aquecido olhar...

Fonte

de olhares correntes

filtram corações,

desaguam sensações:

recomeço,

renasço,

mormaço no olhar.

Escrito por Maísa às 00h43
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Domingo , 13 de Dezembro de 2009


olhar despido

(Foto de José Ferreira - Portugal)

ger-a-ção

de olhar nu,

despida de ego

ajeita o somos

ecoa...

em todos os olhares

recrutando mais amor...

Escrito por Maísa às 22h30
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Sábado , 07 de Novembro de 2009


Elevadolhar

teus olhos

escorregam o vinho,

destilam a tristeza

brotando da dor;

o amor mais

regado...

Instante puro.

Felicidade.

Escrito por Maísa às 23h29
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Terça-feira , 27 de Outubro de 2009


Senti - (r )- nela

 

Sentinelas são,

observam e absorvem

o tempo e o vento batendo:

nada escapa de seu brilho.

Sentinelas são

daqui ou de lá - sempre -

Olhares da Poesia e vida.

Escrito por Maísa às 02h11
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Sábado , 03 de Outubro de 2009


Delírios do olhar

Sugas a lua do instante,

elevas teu brilho distante,

incessante, buscas o cimo

de um olhar constante,

escalas os versos do universo:

alcanças o poema maior

em apenas um respiro;

e brindas a louca noite.

Voaste.

Escrito por Maísa às 15h24
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Quarta-feira , 02 de Setembro de 2009


Olhar&Sentido

Sinto,

o palpitar dos olhos

num mar de estrelas,

atinge os dedos

derramando segredos;

é cedo

para iluminar.

Escrito por Maísa às 22h37
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Segunda-feira , 03 de Agosto de 2009


OLhar - Despertar

Uma luz presa no sótão,
emparedada e sem frestas
clareia a poeira guardada,
não se entrega...

Ao adormecer do passado,
fugídia, energia de alma, vai...
Debaixo da porta se alastra,
incendiando a noite, sai...

 

Fonte de vida: - Presente!

Escrito por Maísa às 15h05
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Quarta-feira , 29 de Julho de 2009


Um Especial Olhar

Não importa

o tempo e a distância

(não tão distante assim),

privilegiar tua presença

em meu olhar constante,

bastante tem a pulsar,

respirar teu crescer;

aplaudir o homem

que és e a construir-se.

Aqui...

Estarei aqui

entre as palavras vivas

a olhar por ti.

És Único, Poema Único;

com muitas estrofes

em minha vida...

 

repetirei isso enquanto eu viver.

Amo-te.

 

Feliz Nova Idade!

Meu afilhado!

Escrito por Maísa às 01h29
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Quinta-feira , 23 de Julho de 2009


Olhar Mundi

 muitos... poucos...

 

Muitos,
assassinam o tempo
buscando o defeito do outro.

.  .  .  .  .  .  .  .  .  .  .  .  .  .

Poucos,
eternizam cada segundo
vivendo-Se e respeitando-Se.

.  .  .  .  .  .  .  .  .  .  .  .  .  .

Muitos e Poucos,
necessitam
Nascer seu Tempo
em tempo.

Escrito por Maísa às 00h05
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Segunda-feira , 06 de Julho de 2009


Amnésia do olhar

Parados

Inertes secam.

A palavra movediça

tenta,

sugar o bloqueio...

Nada.

Lua acesa,

ideias e imagens

passam,

e a mente quieta.

 

 

 

Amanhece.

Parados olhos,

piscam,

amnésia da noite

gruda.

Cai

uma palavra cega.

 

Escrito por Maísa às 21h45
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Domingo , 07 de Junho de 2009


Olhar enamorado

Brindo os dias,

dias são todos

constantes, errantes ou

redundantes,

porém

sejam como o primeiro

beijo

quando o olhar,

seja vivo de amor;

inteiro.

Escrito por Maísa às 00h41
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Domingo , 24 de Maio de 2009


Morno olhar

Resiste ao afago

das palavras frias,

acariciando os dedos

que aquecem o tempo

em versos do meu olhar

primeiro.

Escrito por Maísa às 00h09
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